Na manhã da última quarta-feira (26) houve uma manifestação em protesto contra os cortes nas universidades publicas em todo os pais pelo Ministério da Educação em todos os país. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) convocou estudantes e professores de escolas para participarem do ato que em São Bento do Una (PE), aconteceram na Praça Cônego João Rodrigues.

O evento contou com sindicalistas, da coordenadora regional do Sintepe, Lindinalva Campos e do vereador Diogo Professor.

Segundo as entidades, manifestações aconteceram nos 26 estados e no Distrito Federal, em diferentes proporções. Segundo a União Nacional dos Estudantes (UNE), que convocou os atos, 1,5 milhão de pessoas foram aos protestos. Novas manifestações devem ocorrer em 30 de maio.

Enquanto os protestos aconteciam país afora, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, era sabatinado sobre os cortes no plenário da Câmara dos Deputados, onde ele passou das 15h às 21h. Respondendo a perguntas de deputados, ele voltou a dizer que o governo tem como prioridade investir em educação básica e ensino técnico e alegou que não há corte, mas contingenciamento, de cerca de 30% na verba discricionária das universidades (em torno de 3,5% do total). O ministro afirmou diversas vezes podem favorecer o descontingenciamento dos recursos a aprovação da reforma da Previdência e a recuperação de valores desviados da Petrobras.

No final de sua participação, Weintraub disse concordar com a declaração do presidente Jair Bolsonaro, em viagem aos Estados Unidos, de que os manifestantes são “idiotas úteis” e “massa de manobra” de grupos políticos opostos ao seu governo.

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