Em tempos de pandemia, a humanidade sucumbe perante um inimigo invisível e mortal, deixando pequenas e grandes cidade em um estado de alerta que beira o inacreditável. Parece sinopse de filme a lá Hollywood, não é? Mas a verdade é que estamos vivendo um caos sem precedentes em escala global.

Imagine você: um vírus descoberto no último dia de 2019, lá na China, vem causado sofrimento, desordem política e econômica por todos os lugares, reclusão, quarentenas em pleno século 21 e muitas mortes. Só no Brasil mais de duas mil pessoas já perderam suas vidas. E muito estrago ainda está por vir.

No entanto, não estou aqui pra falar do que todos estão vendo, muito menos causar histeria e pânico. O meu foco aqui é falar sobre algo que o Coronavírus tem matado dia após dia, além de pessoas de várias idades, etnias e culturas mundo afora. Esse pequeno mal invisível tem matado aos poucos o carinho, o afeto, e limitado, ainda mais, o amor.

Desde o primeiro dia em que fui alertado que deveria ir para o isolamento social, há exatos nove dias (contados até o momento em que escrevo esse texto), que não recebo um abraço, um beijo ou um simples aperto de mãos, limitando-me apenas a palavras de conforto trocadas com aqueles com quem converso em casa ou pelas redes sociais. Sei que nem todos estão passando por isso. Talvez nem a metade da população mundial, mas são esses pequenos gestos que temos todos os dias que nos fazem falta em meio a esse caos. Ou vai me dizer que quando você está em crise, um abraço e um beijo de quem amamos não alivia um pouco o sofrimento?

Porém, eu sugiro a você, caro leitor, que está aí em seu isolamento social, que puxe assunto com seus familiares, pergunte como se sentem, demonstre carinho, mesmo sem poder ter contato físico. Se a pessoa que você gosta está longe, pegue o seu telefone celular, seu computador ou tablet e faça uma chamada. Diga que sente saudade e que quando tudo isso passar vocês poderão se abraçar, se beijar e mostrar que o amor e o afeto venceram mais uma vez.

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